Ontem fui às compras. Quando cheguei do trabalho, e após colocar as conversas telefónicas em dia, descobri que tinha de ir às compras, não pondo, assim, em risco o meu pequeno almoço de hoje.
Quando já me encontrava num hipermercado que, em final de mês, permitia circular à vontade, dou por mim a pensar que nem sequer sabia o que mais me faltava em casa. E é sobre isso que escrevo.
Eu sei pôr a roupa a lavar no programa certo, com o detergente certo, na temperatura certa, sei cozinhar bem, mantenho a casa arrumada, levo o lixo, lavo a loiça, e nunca me esqueço de deixar o dinheiro da mulher-a-dias. Já no que toca às compras, demonstro muito mais toda a minha essência "masculinó-machista". Pois é! Nunca sei o que falta, nunca sei para quanto tempo dá, nunca sei que aroma deve ter o ambientador, nada! Dou por mim a deambular pelos corredores, olhando para todos os lineares à espera de ver se encontro algum produto que reconheça que já esteja em falta na dispensa lá de casa. Dou por mim, como consequência, a descobrir coisas que sei que até não me fariam falta, e que, convicção das convicções, acabo por levar. O pior, é que na maioria das vezes são coisas que engordam!!!
quarta-feira, janeiro 31, 2007
segunda-feira, janeiro 22, 2007
Se você fosse uma música de José Cid, qual seria?
Você é Grande Grande Amor você preenche todos os requisitos para ser o chamado “cidadão do mundo”. Adora viajar e imagina o dia em que pega na sua mala de cartão e parte à conquista do mundo. É alguém vivido, sempre a olhar para a frente e que gosta do imprevisto. Teste aqui
domingo, janeiro 21, 2007
Serviço de Urgências
Não me refiro à série de tv de sucesso. Não. Refiro-me mesmo ao serviço de urgências de um hospital que, infelizmente, acabei por conhecer.
Pela primeira vez, numa acção de apoio a um familiar, acabei por conhecer o serviço de urgências de um hospital público.
Como tive a possibilidade de entrar no corredor das urgências acabei por observar, durante alguns minutos, o funcionamento do mesmo.
O cenário é terrível. O corredor cheio de macas com pacientes à espera de serem atendidos. Os médico, os enfermeiros os auxiliares e os bombeiro numa roda viva, os familiares dos pacientes/enfermos/sinistrados, todos no mesmo corredor.
Fez-me pensar na opinião que, por vezes, emitimos ou ouvimos sobre os médicos ou enfermeiros. É preciso muita paixão. A estes junto os bombeiros e questiono-me sobre eles. Não deveriam os bombeiros ser remunerados justamente pelo que fazem? Acredito mesmo que sim. Conseguir superar as emoções e ser frio é a forma que esta gente encontra para que, no final, tudo acabe bem.
Quanto às condições de trabalho, não me parece que algum dia estas "empresas públicas" entrem no ranking dos Great Place to Work. Quando, por algum motivo, reclamamos das nossas condições de trabalho, algum dia pensamos como será nos hospitais?
Serve este post, portanto, para prestar a minha homenagem a quem, por vocação, ajuda realmente o próximo.
Já agora, o hospital que relato é o Hospital de S. Marcos em Braga.
Pela primeira vez, numa acção de apoio a um familiar, acabei por conhecer o serviço de urgências de um hospital público.
Como tive a possibilidade de entrar no corredor das urgências acabei por observar, durante alguns minutos, o funcionamento do mesmo.
O cenário é terrível. O corredor cheio de macas com pacientes à espera de serem atendidos. Os médico, os enfermeiros os auxiliares e os bombeiro numa roda viva, os familiares dos pacientes/enfermos/sinistrados, todos no mesmo corredor.
Fez-me pensar na opinião que, por vezes, emitimos ou ouvimos sobre os médicos ou enfermeiros. É preciso muita paixão. A estes junto os bombeiros e questiono-me sobre eles. Não deveriam os bombeiros ser remunerados justamente pelo que fazem? Acredito mesmo que sim. Conseguir superar as emoções e ser frio é a forma que esta gente encontra para que, no final, tudo acabe bem.
Quanto às condições de trabalho, não me parece que algum dia estas "empresas públicas" entrem no ranking dos Great Place to Work. Quando, por algum motivo, reclamamos das nossas condições de trabalho, algum dia pensamos como será nos hospitais?
Serve este post, portanto, para prestar a minha homenagem a quem, por vocação, ajuda realmente o próximo.
Já agora, o hospital que relato é o Hospital de S. Marcos em Braga.
terça-feira, janeiro 09, 2007
Ao contrário de muitos homens...
...aproveitei o dia para ir ver como estavam os saldos. É claro que não fui fiscalizar nada, obviamente. O que fui fazer será muito facilmente associado ao espírito gay da coisa. Não, não virei gay. Apenas ao contrário do que acontece com muitos outros homens, os saldos, as compras, a visita a lojas é uma actividade do meu agrado.
Dado que estava de férias, nada como uma visita ás lojas que me são mais interessantes. Assim, nada de filas, nada de multidões, nada de pressas. Nada. Compras fiz poucas, mas tenho esperança de vir a revisitar algumas das lojas lá mais para a frente, quando os preços não me fizerem sentir um teso num país de tesos. Mas o melhor foi mesmo o prazer solitário de passear sem que me dessem encontrões, sem pressa, sem outro objectivo que não o de pura diversão.
Passear na baixa, parar num dos cafés com história, visitar a fnac, tirar informações sobre o problema que apareceu na máquina fotográfica, visitar lojas de roupa masculina, lojas de artigos de decoração, descer ruas, subir ruas, tudo isto e não por esta ordem, fez-me descansar a cabeça, que era o objectivo único destes dias de férias. Missão cumprida, pois que nem o telemóvel atendi a não ser para fins estritamente pessoais.
Faltou apenas ser acompanhado por música. O leitor de mp3 que encomendei na fnac online demora mais do que me deslocar a qualquer loja e adquiri-lo lá. Serve de consolo que nas compras online fico sempre com a consciência de não estar a fazer uma compra por impulso, o que já não acontece quando me dirijo à loja. Ou será que me quero iludir??
Amanhã já trabalho. Com a força toda, ou então não!! Sei, pelo menos, que é um novo ciclo.
Dado que estava de férias, nada como uma visita ás lojas que me são mais interessantes. Assim, nada de filas, nada de multidões, nada de pressas. Nada. Compras fiz poucas, mas tenho esperança de vir a revisitar algumas das lojas lá mais para a frente, quando os preços não me fizerem sentir um teso num país de tesos. Mas o melhor foi mesmo o prazer solitário de passear sem que me dessem encontrões, sem pressa, sem outro objectivo que não o de pura diversão.
Passear na baixa, parar num dos cafés com história, visitar a fnac, tirar informações sobre o problema que apareceu na máquina fotográfica, visitar lojas de roupa masculina, lojas de artigos de decoração, descer ruas, subir ruas, tudo isto e não por esta ordem, fez-me descansar a cabeça, que era o objectivo único destes dias de férias. Missão cumprida, pois que nem o telemóvel atendi a não ser para fins estritamente pessoais.
Faltou apenas ser acompanhado por música. O leitor de mp3 que encomendei na fnac online demora mais do que me deslocar a qualquer loja e adquiri-lo lá. Serve de consolo que nas compras online fico sempre com a consciência de não estar a fazer uma compra por impulso, o que já não acontece quando me dirijo à loja. Ou será que me quero iludir??
Amanhã já trabalho. Com a força toda, ou então não!! Sei, pelo menos, que é um novo ciclo.
segunda-feira, janeiro 08, 2007
3 dias de férias
Após um fim de ano de trabalho intenso e cheio de afazeres, após um início de ano de trabalho virado para a defesa do que se objectiva para este ano, nada melhor do que esgotar as férias que deveriam ter sido gozadas no ano que terminou. E foram, só sobraram 3 dias! Mas que bem me sabem estes 3 dias. Se na Sexta-Feira o dia foi virado para uma viagem até à primeira etapa do Dakar, hoje e amanhã é de total descanso.
Sono, já não resta nenhum. Dores no corpo, imensas. Fome, alguma. De resto, tenho algumas coisas que terei mesmo que fazer. Deixo pra lá. Nada como ter tempo para ir já até à Fnac, tomar um café e ver o que há de novo. Passar à beira-mar, olhar o mar e descansar o cérebro. Bem, sem nada definido, nem horários.
Cá vou eu, aproveitar o tempo da melhor maneira, da minha maneira!!
Sono, já não resta nenhum. Dores no corpo, imensas. Fome, alguma. De resto, tenho algumas coisas que terei mesmo que fazer. Deixo pra lá. Nada como ter tempo para ir já até à Fnac, tomar um café e ver o que há de novo. Passar à beira-mar, olhar o mar e descansar o cérebro. Bem, sem nada definido, nem horários.
Cá vou eu, aproveitar o tempo da melhor maneira, da minha maneira!!
terça-feira, janeiro 02, 2007
2007
Para todos aqueles que têm lugar cativo na minha vida, não vejo qualquer necessidade de lhes desejar um bom ano. Acredito que cada um sabe que lhe desejo sempre o melhor, pelo que não considero necessário fazê-lo na última noite do ano.
Também não comi 12 passas - mais do que um ritual seria uma obrigação detestável - nem fiz nenhum voto para o novo ano. Assim, começo o ano sem qualquer expectativa.
Como alguém escreveu (MEC-a minha andorinha), mais do que o amor, é o medo que nos une. Então vamos manter-nos unidos pelo medo de que o novo ano não se revele, de facto, melhor que o anterior. Era o pior que poderia acontecer. Mas não vai. Somos nós que traçamos o caminho, tem que correr bem!
Também não comi 12 passas - mais do que um ritual seria uma obrigação detestável - nem fiz nenhum voto para o novo ano. Assim, começo o ano sem qualquer expectativa.
Como alguém escreveu (MEC-a minha andorinha), mais do que o amor, é o medo que nos une. Então vamos manter-nos unidos pelo medo de que o novo ano não se revele, de facto, melhor que o anterior. Era o pior que poderia acontecer. Mas não vai. Somos nós que traçamos o caminho, tem que correr bem!
sábado, dezembro 23, 2006
Casa
Regresso hoje a casa, àquela que foi, é e será sempre a minha casa. A casa dos meus pais, a minha casa na minha terra Natal, de onde sou e serei, sempre.
Os amigos, a família, a mesa posta, os presentes, o regresso ao passado, onde, a cada ano, vamos beber nas recordações a energia para encarar o futuro, brilhante - digo eu - tão brilhante quanto possível e quanto o esforço que cada um coloque na construção desse futuro.
Durante as próximas 48 h os amigos e a família são prioridade total. No fundo, a nossa casa será sempre um lugar imaginário onde estarão sempre os amigos, a família e as memórias. É a essa casa que aconteça o que acontecer, todos gostamos de voltar.
Boas Festas!!
Os amigos, a família, a mesa posta, os presentes, o regresso ao passado, onde, a cada ano, vamos beber nas recordações a energia para encarar o futuro, brilhante - digo eu - tão brilhante quanto possível e quanto o esforço que cada um coloque na construção desse futuro.
Durante as próximas 48 h os amigos e a família são prioridade total. No fundo, a nossa casa será sempre um lugar imaginário onde estarão sempre os amigos, a família e as memórias. É a essa casa que aconteça o que acontecer, todos gostamos de voltar.
Boas Festas!!
quinta-feira, dezembro 21, 2006
Jantar
O jantar correu muito bem, a comida estava razoavelmente boa - não tive muito tempo para fazer algo realmente bom! - as prendas agradaram.
A conversa final é que não trouxe nada de novo, pelo conteúdo, embora tenha trazido uma postura diferente de parte a parte. No meu caso considero que a atitude é mais positiva.
Desculpa, mas não tenho pressa!!
Vou andando, até à próxima!
A conversa final é que não trouxe nada de novo, pelo conteúdo, embora tenha trazido uma postura diferente de parte a parte. No meu caso considero que a atitude é mais positiva.
Desculpa, mas não tenho pressa!!
Vou andando, até à próxima!
terça-feira, dezembro 19, 2006
Regresso ao passado
Ontem, pela primeira vez desde há muito tempo, voltei a ser feliz.
Libertei-me e fui genuino, autêntico. Uma atenticidade que deixara para trás e da qual não sentia falta, talvez porque não me recordava com clareza de como era. Voltei a recordar o que fazia e a forma como o fazia há 7 anos atrás. Afastei-me daquilo que sou para ser aquilo que fui, em tempos. Ontem como à 7 anos apenas quis ser, apenas quis estar, apenas quis fazer. E que bem me soube, de facto, recordar o passado, videndo-o no presente, tal como o fizera noutros tempos.
Com o passar do tempo esquecemo-nos de fazer bem a nós próprios, esquecemo-nos que aquilo que, de uma forma inocente, nos fazia bem e que não deve ir para o album de recordações, deve antes ser vivido para que a recordação não seja uma visão do passado, para que seja uma reprodução no presente.
Hoje regresso à calma, sem música, sem televisão, sem barulho, num magnifico silêncio. Tenho vindo a desapertar o nó. Não sei até quando o vou conseguir manter mais folgado, não sei sequer se está assim tão mais folgado. Estar feliz não deve estar associado a um estado de espírito, deve, isso sim, ser consequência do que vamos fazendo connosco, com quem está à nossa volta, puxando-nos para cima e ajudando a puxar quem nos rodeia. Ficar no buraco a ver o tempo passar e a recordar torna-se por isso uma atitude lamentável, de quem se esquece quem foi, em tempos. O que tem de mais curioso voltar aos lugares do passado é permitirmo-nos ver que ainda lá estão algumas daquelas pessoas que sempre lá estiveram, meros figurantes, mas que nos ajudam a relembrar o que fomos e o que fizemos para sermos felizes. E se voltarmos a esses lugares, então porque não fazer algo que nunca tinhamos feito? Aí sim, melhoramos concerteza.
Libertei-me e fui genuino, autêntico. Uma atenticidade que deixara para trás e da qual não sentia falta, talvez porque não me recordava com clareza de como era. Voltei a recordar o que fazia e a forma como o fazia há 7 anos atrás. Afastei-me daquilo que sou para ser aquilo que fui, em tempos. Ontem como à 7 anos apenas quis ser, apenas quis estar, apenas quis fazer. E que bem me soube, de facto, recordar o passado, videndo-o no presente, tal como o fizera noutros tempos.
Com o passar do tempo esquecemo-nos de fazer bem a nós próprios, esquecemo-nos que aquilo que, de uma forma inocente, nos fazia bem e que não deve ir para o album de recordações, deve antes ser vivido para que a recordação não seja uma visão do passado, para que seja uma reprodução no presente.
Hoje regresso à calma, sem música, sem televisão, sem barulho, num magnifico silêncio. Tenho vindo a desapertar o nó. Não sei até quando o vou conseguir manter mais folgado, não sei sequer se está assim tão mais folgado. Estar feliz não deve estar associado a um estado de espírito, deve, isso sim, ser consequência do que vamos fazendo connosco, com quem está à nossa volta, puxando-nos para cima e ajudando a puxar quem nos rodeia. Ficar no buraco a ver o tempo passar e a recordar torna-se por isso uma atitude lamentável, de quem se esquece quem foi, em tempos. O que tem de mais curioso voltar aos lugares do passado é permitirmo-nos ver que ainda lá estão algumas daquelas pessoas que sempre lá estiveram, meros figurantes, mas que nos ajudam a relembrar o que fomos e o que fizemos para sermos felizes. E se voltarmos a esses lugares, então porque não fazer algo que nunca tinhamos feito? Aí sim, melhoramos concerteza.
segunda-feira, dezembro 11, 2006
Regresso ao mundo (cibernético)
Finalmente!!
Após 2 semanas afastado do mundo cibernético por incompetência técnica dos Srs. do Clix e da PT, cá estou de regresso. Claro que me sinto aliviado, mas não porque me faltava a parte lúdica do acesso à Internet, antes porque o meu trabalho, em parte, também depende da Internet, ou melhor, do Outlook.
Para já, com a vida virada ao contrário, e sem solução à vista, vou-me ficar por aqui, e logo que possa, voltarei porque tenho muito para dizer. Muito para partilohar, nem que seja comigo mesmo.
Após 2 semanas afastado do mundo cibernético por incompetência técnica dos Srs. do Clix e da PT, cá estou de regresso. Claro que me sinto aliviado, mas não porque me faltava a parte lúdica do acesso à Internet, antes porque o meu trabalho, em parte, também depende da Internet, ou melhor, do Outlook.
Para já, com a vida virada ao contrário, e sem solução à vista, vou-me ficar por aqui, e logo que possa, voltarei porque tenho muito para dizer. Muito para partilohar, nem que seja comigo mesmo.
segunda-feira, novembro 27, 2006
The Gift - Fácil de Entender Tour
Tinha desejado que fossemos juntos ao concerto, fiz-te o convite e após alguma relutância, aceitaste. E eu fiquei feliz... Era esse o meu desejo. Era contigo que eu queria ver este concerto!
Numa noite em que tudo foi intenso... o soprar do vento, a chuva, o frio. Assim começou a noite, intensa. O concerto, claro, foi intenso. De uma qualidade estética fantástica, com as músicas a serem interpretadas de forma intensa numa sala repleta de um ambiente fantástico. Cada momento foi, de facto, intenso. E o amor? Sim, esse que fechou a noite, esse que foi intenso, esse que trocamos, esse que vivemos. Espero por ti. Espero que esperes por mim. Juntos, no concerto da vida, a actuar no mesmo palco. Espero por um sinal teu. Sabes isso, não sabes?
Tinha desejado que fossemos juntos ao concerto, fiz-te o convite e após alguma relutância, aceitaste. E eu fiquei feliz... Era esse o meu desejo. Era contigo que eu queria ver este concerto!
Numa noite em que tudo foi intenso... o soprar do vento, a chuva, o frio. Assim começou a noite, intensa. O concerto, claro, foi intenso. De uma qualidade estética fantástica, com as músicas a serem interpretadas de forma intensa numa sala repleta de um ambiente fantástico. Cada momento foi, de facto, intenso. E o amor? Sim, esse que fechou a noite, esse que foi intenso, esse que trocamos, esse que vivemos. Espero por ti. Espero que esperes por mim. Juntos, no concerto da vida, a actuar no mesmo palco. Espero por um sinal teu. Sabes isso, não sabes?
terça-feira, novembro 21, 2006
Estou a lutar desesperadamente contra o impulso de fazer de ti a mulher mais feliz do mundo, esta noite
Participo no passatempo da Comercial "Se fosse uma frase de engate qual seria?".
Resultado: Você é “Estou a lutar desesperadamente contra o impulso de fazer de ti a mulher mais feliz do mundo, esta noite”: você é aquilo que pode ser considerada uma pessoa fofinha.... A melhor técnica de engate é ser simpático para o seu “alvo” e estar disposto a conversar. Mas conversar MESMO!
Ok! Antes assim...
Resultado: Você é “Estou a lutar desesperadamente contra o impulso de fazer de ti a mulher mais feliz do mundo, esta noite”: você é aquilo que pode ser considerada uma pessoa fofinha.... A melhor técnica de engate é ser simpático para o seu “alvo” e estar disposto a conversar. Mas conversar MESMO!
Ok! Antes assim...
segunda-feira, novembro 20, 2006
T1 para 2
Na altura em que comprei o apartamento, pensei apenas em mim. Era um T1 giro e relativamente grande - T1 e "grande" não se dão bem na mesma frase - com boa qualidade. A localização e o preço contribuiram positivamente para a minha decisão. Não que fosse uma localização de sonho, não, mas porque me permitia evitar grandes confusões de trânsito na hora de ponta.
Depois vieste tu. E o T1 relativamente grande passou a ser confortavelmente limitado para duas pessoas. Durante bastante tempo foi assim. Nos últimos tempos já se sentia que o T1 era muito pequeno para os dois. Faltava espaço.
Agora saiste. Estou de novo sozinho, o T1 passou a ser maior do que alguma vez foi. O espaço que sobra incomoda. A cama é grande, a banheira é grande, a mesa da cozinha é grande, o sofá é grande. O aperto no coração também! Já não ocupas o teu espaço na cama, já não o ocupas na banheira, nem na mesa, nem no sofá... Ainda ocupas o teu espaço no coração.
E tu? Como vives agora?
Depois vieste tu. E o T1 relativamente grande passou a ser confortavelmente limitado para duas pessoas. Durante bastante tempo foi assim. Nos últimos tempos já se sentia que o T1 era muito pequeno para os dois. Faltava espaço.
Agora saiste. Estou de novo sozinho, o T1 passou a ser maior do que alguma vez foi. O espaço que sobra incomoda. A cama é grande, a banheira é grande, a mesa da cozinha é grande, o sofá é grande. O aperto no coração também! Já não ocupas o teu espaço na cama, já não o ocupas na banheira, nem na mesa, nem no sofá... Ainda ocupas o teu espaço no coração.
E tu? Como vives agora?
sábado, novembro 18, 2006
Regresso
Um mês e uma semana depois, acabo de regressar a casa. Sinto-me triste, mas ao mesmo tempo satisfeito. É isso!! Uma tristeza satisfatória ou uma satisfatória tristeza. O regressa ao meu espaço, ao meu mundo, à minha vida dependente apenas das minhas rotinas, ao meu aconchego. Tudo o que me faz ser eu, outra vez.
Quando entrei a porta senti um nervoso miudinho a crescer. Vagueei pela casa, do quarto para a sala, da sala para o quarto, a cozinha e o quarto-de-banho, a dispensa e o hall, novamente a sala... Senti que necessitava de reconhecer novamente os espaços, os objectos. Tudo sempre esteve ali, mas há um mês que não era meu. Não reparei no que faltava, apenas no que restava, Pormenores. Decidi-me então por desfazer os sacos, arrumar tudo no sítio e ler os teus bilhetes. Solto uma gargalhada no primeiro e alguns sorrisos nos restantes. Parece que longe de mim te transformas na pessoa que eu conheci. Eu gosto.
Penso agora em alterar algumas coisas, mais uma vez pormenores, talvez uma pequena alteração na disposição do mobiliário possa ajudar a que custe menos sentir o espaço, este, que agora nos distancia. Como diz na música, de alguma maneira tudo o que tenho cheira a ti.
Amanhã é um novo começo...
Quando entrei a porta senti um nervoso miudinho a crescer. Vagueei pela casa, do quarto para a sala, da sala para o quarto, a cozinha e o quarto-de-banho, a dispensa e o hall, novamente a sala... Senti que necessitava de reconhecer novamente os espaços, os objectos. Tudo sempre esteve ali, mas há um mês que não era meu. Não reparei no que faltava, apenas no que restava, Pormenores. Decidi-me então por desfazer os sacos, arrumar tudo no sítio e ler os teus bilhetes. Solto uma gargalhada no primeiro e alguns sorrisos nos restantes. Parece que longe de mim te transformas na pessoa que eu conheci. Eu gosto.
Penso agora em alterar algumas coisas, mais uma vez pormenores, talvez uma pequena alteração na disposição do mobiliário possa ajudar a que custe menos sentir o espaço, este, que agora nos distancia. Como diz na música, de alguma maneira tudo o que tenho cheira a ti.
Amanhã é um novo começo...
quarta-feira, novembro 08, 2006

E cá está ele, acabadinho de nascer!
Já há algum tempo que vinha maturando esta ideia na minha cabeça, depois de muito navegar pelos blogs alheios, de recomendar os blogs alheios, de comentar com os amigos os blogs alheios, eis que surge o meu próprio blog. E porque é que este blog nasce? Antes de mais porque é de borla!! Depois porque os blogs são frutos dos tempos modernos e eu sou moderno, ou pelo menos gosto de pensar que sou. Por fim porque apetece-me partilhar algumas das minhas próprias teorias. Serei eu capaz de estar à altura? Claro que sim!! Este será melhor que muitos, igual a alguns, e nunca, mas nunca pior que todos. Presunçoso, eu??
A todos os que cá venham, sejam bem vindos, enjoy the ride, e se puderem colaborem, comentando, criticando e sugerindo. E espalhem a boa nova.
Agora, o porquê do tema? Porque a gravata faz parte da minha vida profissional. Todos os dias úteis, ao início manhã, o ritual repete-se, em volta do pescoço, da direita para a esquerda, passando por dentro, da esquerda para a direita, passando por fora, dar a volta e cruzar, até as pontas se sobreporem, como que indicando que se inicia mais um dia de trabalho.
Isto tudo porque alguém, um dia, olhando-se ao espelho e constatando que a sua própria imagem não lhe inspirava confiança, resolveu pendurar no pescoço um pedaço de tecido, voltando a olhar de seguida para esse mesmo espelho e, aí sim, sentindo-se muito mais confiante. Logo apareceu outro e depois outro até que a moda se implantou. E assim nasceu este novo acessório que não servindo para nada, passou a fazer parte da indumentária masculina.
Claro que um dia, na sua “chicoespertisse”, logo apareceu um outro que achou que se em vez de pendurar o pedaço de tecido, fizesse um laço se iria distinguir de todos. E assim apareceu o “papillon”.
Numa analogia clara às cassetes de vídeo, penso que da mesma forma que o VHS se impôs ao Beta, também a gravata se impôs ao papillon, embora, o papillon se associe à mais superior das classes, estando sempre associado ao uso do smoking (hoje estamos na era do quit smoking!!). No entanto, salvo raras excepções, o uso da gravata é quase unânime.
Prometo investigar a verdadeira história da gravata!
Mais do que uma homenagem ao belo do acessório inútil, este blog será uma partilha de pensamentos, ideias, imagens e tudo mais que me apeteça partilhar. Sem data nem hora marcada, cá vou estando com algo de novo.
Para já fico por aqui.
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